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Câncer de Rim

Atualizado: 20 de set. de 2021


Os carcinomas de células renais são responsáveis por 2 a 3% dos tumores malignos e representam 90% dos tumores renais. A incidência mundial aumentou nas últimas décadas – em média 2% ao ano.


O câncer de rim ocorre geralmente em indivíduos na sexta década de vida, com discreta predominância em homens (1,5:1).


Os fatores de risco incluem: tabagismo, hereditariedade (parentes de primeiro grau têm maior risco), obesidade, hipertensão, hepatites virais e utilização de medicamentos, tais como: anti-inflamatórios e acetaminofeno. Fatores ambientais, ocupacionais e dieta ainda são inconclusivos na literatura médica.


Como prevenção, sabe- se que a interrupção do tabagismo e o controle da obesidade são de extrema importância.


São tumores habitualmente assintomáticos, porém, em fases mais avançadas, podem causar: dor lombar, hematúria (sangue na urina) e massa abdominal palpável.


Na atualidade existem diversos tipos de tratamento para o câncer de rim, sendo que a nefrectomia radical (remoção completa do rim) é o procedimento curativo de eleição há alguns anos.

Em virtude de uma melhor compreensão da fisiopatologia renal e aperfeiçoamento das técnicas cirúrgicas, evoluímos consideravelmente as nossas terapias.


Observamos também que, por consequência de um aumento da utilização de métodos de imagem, como ultrassonografia e tomografia computadorizada, a detecção de tumores renais incidentais, ou seja, tumores assintomáticos diagnosticados precocemente em exames de imagem, passou a ser cada vez mais comum. Desta maneira, os tumores ainda podem ser pequenos e estarem presentes somente no rim, sem nenhuma disseminação. Portanto, essas lesões usualmente são menores e não avançadas, possibilitando abordagens menos invasivas.


Alguns desses procedimentos menos invasivos incluem as cirurgias ablativas e nefrectomias parciais, conhecidas como cirurgia de preservação de néfrons (cirurgia poupadora de rim.)

A cirurgia robótica também vem ganhando espaço, devido aos excelentes resultados.


Trabalhos recentes demonstram vantagens dessa técnica.


Sabemos que cada caso e cada paciente têm que ser individualizado e discutido em conjunto com a equipe médica e com a família envolvida, para definir o melhor tratamento.


Marque sua consulta para saber mais.

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